Política

Após vazamento de "nudes", vereador de Bento recebe advertência

22/08/2018 - Fonte: Portal Adesso - Foto: Divulgação

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     Na tarde da terça-feira (21) a Comissão de Ética Parlamentar da Câmara de Vereadores de Bento Gonçalves, esteve reunida para julgar o caso envolvendo o vereador Neri Mazzochin (PP) e, o vazamento de fotos íntimas de sua então assessora.

     De acordo com o presidente da Comissão, vereador Rafael Pasqualotto (PP), o relator do processo, vereador Jocelito Tonietto (PDT) solicitou em seu relatório três penalidades: a demissão da assessora, responsável pela coordenação do gabinete, a censura e suspensão de Mazzochin por 60 dias.

     Entretanto, segundo Pasqualotto o caso não se enquadra nos artigos que determinam o Regimento Interno da Câmara, pois “não há meios legais que enquadrem o caso como uma suspensão ou censura”, explica.

     Com isso, o relatório foi rejeitado parcialmente. Por isso, o vereador Neri Mazzochin será advertido por ter prejudicado a imagem da Câmara, com base no artigo 4º §9º do Regimento Interno da Câmara. Segundo Pasqualotto, se o fato tivesse acontecido durante o horário da sessão, o vereador poderia ter uma punição maior, mas como a denúncia teve como informação o horário do meio-dia, não enquadramento possível para uma punição mais grave ao parlamentar. "Para a população este caso termina em pizza, mas a comissão analisou todas as possibilidades legais antes de definir esta situação", finalizou Pasqualotto. 

     Já a ex-coordenadora do gabinete, foi exonerada do cargo na última quarta-feira (15).

 

 

 

 

Com isso, o relatório foi rejeitado parcialmente. Por isso, o vereador Neri Mazzochin será advertido por ter prejudicado a imagem da Câmara, com base no artigo 4º §9º do Regimento Interno da Câmara. Segundo Pasqualotto, se o fato tivesse acontecido durante o horário da sessão, o vereador poderia ter uma punição maior, mas como a denúncia teve como informação o horário do meio-dia, não enquadramento possível para uma punição mais grave ao parlamentar. "Para a população este caso termina em pizza, mas a comissão analisou todas as possibilidades legais antes de definir esta situação", finalizou Pasqualotto.  

 

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