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Vinho pode melhorar desempenho físico

08/11/2016 Portal Adesso
Vinho pode melhorar desempenho físico 

Existem muitos benefícios do vinho à saúde. Agora, descobriram que o vinho tinto é um dos alimentos que traz em sua composição um antioxidante natural que influi positivamente na melhora do desempenho físico, nas funções cardíacas e no sistema circulatório, o resveratrol. Também encontrado em algumas frutas e nozes.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Alberta, no Canadá, sugere que a combinação de suplementos de resveratrol e atividades físicas aumentam os efeitos benéficos dos exercícios.

Estudo

Após 12 semanas de acompanhamento, os camundongos que consumiram o resveratrol apresentaram melhor rendimento em relação aos que apenas fizeram os exercícios. O relatório final concluiu que a substância ajuda a prevenir os efeitos do sedentarismo, pois evita o envelhecimento dos músculos e aumenta a densidade dos ossos.O estudo foi realizado em camundongos. Dois grupos de animais foram submetidos às mesmas atividades físicas, sendo que um grupo recebia o suplemento do composto antioxidante e o outro, não.

Segundo o professor do Departamento de Pediatria e Farmacologia da Universidade de Alberta, Jason Dyck, o resveratrol pode ajudar os pacientes que queiram praticar exercícios, mas são fisicamente incapazes. “O antioxidante pode imitar os benefícios do exercício para essas pessoas ou melhorar os resultados das atividades feitas”, explica o pesquisador.

Vale ressaltar que os benefícios são para o consumo moderado de vinhotinto e que a substância não é um substituto para os exercícios. O resveratrol ajuda a desacelerar o processo de deterioração do corpo e melhora a circulação sanguínea. "É muito gratificante o avançado da pesquisa básica em laboratório. Poderemos avançar para testes em humanos, em um curto período de tempo.", completa.Vinho tinto

Dyck e sua equipe irão em breve começar o uso do resveratrol em pacientes diabéticos e com insuficiência cardíaca, para analisar se o composto natural pode melhorar a função cardíaca. O estudo de 10 semanas está previsto para começar nos próximos meses.

 

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