Garibaldi renova pacto com cidades italianas e reforça laços da imigração
Garibaldi voltou a se conectar com suas origens. Na manhã desta segunda-feira (13), o prefeito Sérgio Chesini (PP) assinou a renovação do tratado de gemellaggio com Conegliano e do Pacto de Amizade com Follina, ambas situadas na Província de Treviso, região do Vêneto, na Itália.Os acordos foram firmados no gabinete do prefeito e marcam um novo capítulo na relação entre as cidades, com foco em intercâmbios culturais, tecnológicos e educacionais — além de fortalecer os vínculos no setor vitivinícola, marca registrada da Serra Gaúcha e da região do Vêneto.
“A comitiva que mais trabalhou pela união ítalo-brasileira”
Durante a cerimônia, Chesini destacou a relevância da comitiva italiana, composta por representantes das prefeituras de Conegliano e Follina, além de membros da Associação Vêneto-Brasil de Conegliano e da Escola Enológica de Conegliano. “Essa delegação entra para a história como o grupo que mais trabalhou para aproximar os laços ítalo-brasileiros”, afirmou o prefeito, ressaltando a importância do reencontro entre povos que compartilham cultura, valores e tradição.
Agenda intensa até o dia 20
A comitiva permanece em Garibaldi até o dia 20 de outubro, com uma agenda extensa que inclui encontros institucionais, visitas técnicas e eventos culturais voltados a ampliar parcerias e estreitar a cooperação entre os municípios. As atividades fazem parte das celebrações pelos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, um marco histórico que será lembrado em diversos momentos da Fenachamp, a Festa Nacional do Espumante.
Tradição que mira o futuro
Mais do que uma formalidade diplomática, a assinatura dos tratados simboliza o compromisso de Garibaldi em preservar suas raízes e projetar o futuro com base na herança italiana. A conexão com o Vêneto continua a inspirar iniciativas nas áreas de educação, turismo, cultura e vitivinicultura. Garibaldi reafirma, assim, seu papel de ponte viva entre o passado e o futuro — unindo a terra do espumante ao berço da imigração que moldou a identidade da Serra Gaúcha.
