Prefeito Chesini se reúne com direção do hospital e garante atendimentos
Em meio a um cenário de pressão nas contas públicas, a Prefeitura de Garibaldi reuniu-se na manhã desta quinta-feira (26) com a direção do Hospital Beneficente São Pedro para alinhar o contrato vigente e garantir a continuidade dos atendimentos à população. O encontro, realizado no gabinete do prefeito Sérgio Chesini, contou com a presença do diretor administrativo, Jaime Kurmann, e do presidente do Conselho Administrativo, Paulo Fanti.
Durante a reunião, o prefeito detalhou que os valores definidos no contrato de 2026 seguem critérios técnicos e fiscais rígidos, diante da queda na arrecadação e dos impactos previstos com a reforma tributária a partir de 2027. Segundo a administração, a estratégia busca equilibrar as finanças do município sem comprometer o atendimento na saúde — área considerada prioritária.
Apesar das restrições, os números apresentados indicam crescimento expressivo nos investimentos: Em 2026 serão destinados R$ 14,4 milhões ao hospital, um aumento de 107,39% em relação a 2020 na administração Cettolin, que foi de de R$ 6.954.130,44. Além disso, Chesini diz que investe 20,90% do orçamento municipal é aplicado na área (acima do mínimo constitucional).
A prefeitura prevê ainda a captação de R$ 900 mil em recursos extras no primeiro semestre, principalmente por meio de emendas parlamentares. Para garantir transparência e controle sobre os repasses, o prefeito assumiu o compromisso de realizar reuniões trimestrais com a direção do hospital. A ideia é acompanhar de perto: A evolução dos atendimentos, As principais demandas da instituição, A necessidade de eventuais reforços financeiros e o Equilíbrio entre gestão fiscal e atendimento.
Ainda durante o encontro, o prefeito reforçou que o desafio é manter o equilíbrio entre responsabilidade fiscal e qualidade no atendimento à população, especialmente em um cenário econômico considerado desafiador. Mesmo com limitações orçamentárias, a gestão municipal sustenta que seguirá priorizando a saúde — mantendo repasses, buscando novos recursos e garantindo o funcionamento dos serviços essenciais.
Com números expressivos na mesa e promessa de acompanhamento constante, o recado da administração é claro: a saúde continua no topo da agenda, mesmo com o caixa pressionado.
