Política


Fogo Amigo: Vereadores da situação fazem fortes críticas ao Governo Cettolin

16/04/2014 Portal Adesso

    Nas rodas de conversa da cidade o assunto não é mais novidade. É grande o número de eleitores que se dizem arrependidos em ter votado no prefeito Antônio Cettolin (PMDB). A falta de opção é o argumento utilizado pelos descontentes. "Cettolin era o menos pior. Os outros dois eram piada", afirma um dos entrevistados que prefere não se identificar. 

     Nesta semana porém, o descontentamento com a falta de ação do governo municipal ganhou a voz de quem está ao lado do prefeito. Vereadores da base do governo se manifestaram  com fortes críticas na última sessão da câmara de vereadores. O presidente do Câmara, José Bortolini, o Zé da Patrola (PDT), cobrou mais atenção e agilidade da prefeitura. Zé, afirmou que vem recebendo dezenas de reclamações de moradores que se queixam das condições das estradas do município e  da morosidade para a realização de pequenas obras.

   O vereador aliado disse ainda que mestá na hora de acabar com a disputa interna na prefeitura que não leva a lugar nenhum e é preciso trabalhar em prol da população. Falou ainda que as máquinas da prefeitura estão sucateadas e não é feita a recuperação. Comentou que se não querem consertar, então que pelo menos comprem equipamentos novos. Chegou a ironizar que é necessário algumas pessoas abrirem os olhos, ironizando claramente o secretário de obras que é do partido do prefeito. Para ilustrar a crítica, Zé da Patrola mostrou algumas fotos das péssimas condições das estradas que há meses necessitam de recuperação.

    Outro vereador que utilizou a tribuna popular para criticar o governo Cettolin foi representante do PTB, Luiz Flori Castro, o Castrinho. Ele cobrou mudanças no atual secretariado, afirmando que os mesmos estão deixando a desejar. 

  Finalizando às críticas, Castrinho ressaltou a saída de uma médica que atuava no posto de saúde do bairro chácaras. Ele disse que conversou com a profissional e ela relatou que não havia as condições minimas de trabalho naquele posto, e isso foi um dos motivos que a fizeram ir embora de Garibaldi.

 

 

 

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